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Sexta-feira, 25.06.10

Costuma comprar produtos diet ou light? Pois bem, saber exactamente o que colocamos no carrinho, hoje em dia, é uma estratégia a seguir. Uma vantagem dos produtos diet é permitir diversificar a alimentação, por exemplo para uma pessoa com intolerância ao glúten. A indústria já coloca à disposição destes consumidores em particular, alimentos sem glúten. Mas, a pouca informação leva ao seu uso incorrecto. É aqui que devemos começar a dar mais atenção. Para além de serem mais caros, os produtos diet têm outra desvantagem como é a falta de legislação que regulamenta estes produtos. Portanto, deve fazer-se uma análise cuidada dos rótulos, fazendo a sua comparação com a rotulagem dos produtos “normais”. É conveniente avaliar se a substituição é compensatória e se não resultou num aumento de calorias. Um bom exemplo disso mesmo é o chocolate diet. A substituição do açúcar por adoçantes modifica a textura deste alimento. Para conseguir a textura habitual, a indústria adiciona mais gordura e, consequentemente, as calorias totais do chocolate diet são muito semelhantes às do chocolate tradicional. Convém ainda referir que existem algumas restrições quanto ao uso de alimentos diet: portadores de fenilcetonúria – não podem utilizar aspartame; intolerantes à lactose devem evitar adoçantes/edulcorantes em pó porque a maioria deles possuem lactose na sua formulação; na gravidez deve ser evitado qualquer tipo de produto diet no primeiro trimestre. Se é light, posso comer à vontade? A resposta é claramente não. Veja: só a palavra light convida a comer em dobro. Muitas pessoas ignoram a informação nutricional contida na embalagem, o que pode levar a uma maior tendência para o abuso do consumo destes produtos, por se julgar que se podem consumir mais do que os ditos normais. Importa referir que estes produtos não são regulamentados por nenhuma lei o que pode levar a publicidade enganosa. Também a rotulagem pode induzir o consumidor em erro, isto é, o valor de redução calórica que apresentam esses produtos nem sempre é significativa. Temos dois bons exemplos: existem batatas fritas de pacote que apresentam uma redução que não é significativa – entre 9% e 15% em relação ao produto normal; nos iogurtes, existem alguns que alegam ter menos 50% de calorias, quando as análises de controlo de qualidade revelam 41%, violando assim a lei. Como geralmente os produtos light são pobres em gordura, uma alimentação exclusivamente à base de alimentos light pode provocar uma redução na absorção das vitaminas que se encontram nas gorduras, como a vitamina A (importante para a visão), a vitamina D (ajuda na absorção e distribuição de cálcio nos ossos), vitamina E (protege as células do envelhecimento) e a vitamina K (essencial para a coagulação do sangue). Por isso, estes alimentos não são aconselhados a crianças, visto encontrarem-se em fase de crescimento e desenvolvimento devendo ser excluídos da sua alimentação diária. E repare como os produtos light são habitualmente mais caros e menos apreciados do que as versões clássicas.

APB diabeticaparadiabeticos às 00:04 | link do post | comentar | adicionar aos favoritos

Houve na última década um aumento da oferta de “novos” produtos alimentares, como são exemplo os produtos diet e light. Numa ida ao supermercado é possível perdermo-nos nas inúmeras opções de escolha. Isto acontece porque na actualidade existe uma grande preocupação, da nossa parte, em procurar alimentos que nos ajudem a ter hábitos alimentares saudáveis. Será que muitos de nós têm dúvidas sobre o que são de facto estes produtos? E para que servem? Nos alimentos diet, um ou mais ingredientes são eliminados da fórmula original. Desta forma, num alimento diet, ou não há açúcar adicionado, ou gordura, ou cloreto de sódio (sal de cozinha), glúten ou algum outro ingrediente, não significando necessariamente que tenha menos calorias. São, portanto, destinados a pessoas que possuem alguma patologia, como diabetes, hipertensão, doença celíaca. O termo light refere-se a um alimento ou bebida que contém menor quantidade de uma determinada substância quando comparado com o produto original. Podem ser calorias, açúcar, gordura, sal, álcool ou cafeína, entre outros. Por exemplo: comparando as batatas fritas comuns com as light, verificamos que estas têm menos gordura (podemos encontrar mencionado no pacote -25%, -35% de gordura entre outras percentagens de redução). Nos produtos rotulados de light, as substâncias não são totalmente eliminadas, contrariamente aos alimentos diet, uma vez que não são produzidos com a finalidade de atender a certas patologias. Contudo, para que um alimento seja considerado light, pelo menos 25% das calorias ou outras substâncias envolvidas devem ser reduzidas. É de salientar que os componentes retirados são substituídos por outros, para manter as características do produto, e este pode ser tão ou mais calórico do que o original. Mas então, os alimentos light e diet podem contribuir para um estilo de vida mais saudável? Sim, quando enquadrados nas necessidades pessoais de cada indivíduo: um diabético beneficiará com um tipo de alimento diet, sem açúcar adicionado; um hipertenso beneficiará de um alimento diet sem cloreto de sódio; uma pessoa com restrição de cafeína poderá beneficiar de uma bebida light com menos teor desta; e por aí fora. Porém, a palavra certa é moderação! Leia sempre os rótulos, seja o primeiro e o melhor promotor da sua própria saúde!

APB diabeticaparadiabeticos às 00:00 | link do post | comentar | adicionar aos favoritos
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